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GLOSSÁRIO DE SEGURANÇA
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| Antes
mesmo que seus filhos comecem a explorar a Internet,
é recomendável escrever um contrato
de conduta on-line que todos da família aceitem
seguir. Revise as regras de acordo com as necessidades
da sua família e imprima para seu uso pessoal. |
| veja mais |
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O QUE É CRIMEWARE? |
O “Crime Ware”
ou Softwares Criminosos utilizados na realização
atividades criminais, como fraudes cibernéticas
e roubos de identidade.
Como já foi explicado na seção
“PHISHING”, os Phishers utilizam uma combinação
de farsas por meio do uso da Engenharia Social e de
elementos técnicos para roubar informações
sigilosas dos usuários.
Por outro lado, a Anti-Phishing Working Group (APWG),
organização que se dedica à prevenção,
detecção, combate e monitoramento do Phishing
nos EUA, informou que a tendência dos delinqüentes
é a de se distanciar dos esquemas de Engenharia
Social, concentrando-se principalmente no uso de software
especializado para realizar seu trabalho criminal.
Essa tendência, que tem sido monitorada há
18 meses, sofreu um aumento dramático nos últimos
3 meses, período em que aparece uma infinidade
de códigos do tipo cavalo de tróia (também
conhecidos como trojans) que tentam roubar as informações
sensíveis dos usuários.
Ao final de 2005, a Panda Software detectou um código
malicioso, o trj/Bancos.NL, que incluía uma lista
específica de domínios de entidades financeiras,
com a missão o fim dde identificar quando o usuário
entrava em contato com alguma delas para armazenar todos
os detalhes da atividade realizada e relatá-los
a sites controlados pelos delinqüentes.
| A APWG está
convencida de que os Phishers continuarão
trabalhando para automatizar cada vez mais as suas
tentativas desse tipo para roubar as credenciais
de usuários do comércio e bancos eletrônicos,
deixando de lado os esquemas de Engenharia Social.
Foi por isso que criou o PROJETO CRIMEWARE, uma
iniciativa que pretende colaborar com çãoa
para capturar, registro ar e classificação
dos incidentes de danos causados pelo tipo de software
conhecido como Crime Ware. |
Naquela época, a APWG classificou o Crime Wware
em três tipos:
KeyLoggers :
Tipo de código cavalo de tróia projetado
para com o objetivo de coletar
Iinformaçõesdo usuário. Diferentemente
dos Keyloggers genéricos, estes contam com componentes
de rastreamento que se ativam para monitorar a atividade
de instituições financeiras e de comércio
eletrônico muito especificas.
Redirectors
Tipo de código de tróia que tenta redirecionar
um usuário até um site, enganoso, que
ele não pretendia ir. Este tipo de crime busca,
através da mudança de arquivos e informações
locais do serviço de DNS do equipamento, a localização
do site a ser visitado para obter informações
secretas do usuário.
Pharming
Tipo de ataque que intercepta a informação
enviada do seu equipamento para o servidor DNS do seu
provedor de acesso à Internet para redirecionar
um usuário até um site fraudulento.
Cortesia: e-Zine de Segurança e Privacidade
Web ®
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| O QUE É UM WORM? |
| Código malicioso que
pode se espalhar automaticamente pela rede de computadores
sem que seja percebido. Um worm pode realizar ações
perigosas, como consumir banda de rede e recursos locais,
causando possivelmente um ataque de negação
de serviço. Compare com vírus. |
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| O QUE SÃO OS VÍRUS? |
Etimologicamente,
a palavra vírus provém do latim “venenum”,
que significa “veneno”. Por definição,
refere-se a qualquer substância que introduzida
no corpo de um ser vivo ou aplicada nele- ainda que
seja em pouca quantidade- ocasiona sua morte ou deixa
seqüelas irreparáveis.
Na medicina, os vírus são conhecidos
como entidades orgânicas compostas somente de
material genético rodeado por uma capa protetora.
Dependem de outro organismo vivo para se reproduzir
e em muitos casos prejudicam seu hóspede nesse
processo. Também não têm capacidade
de se propagarem sozinhos; só podem ir de um
corpo a outro viajando em partículas que um doente
emite ao tossir, por exemplo, ou pela picada de um mosquito.
Um organismo utilizado por um vírus para se propagar
é chamado de “portador”.
A informática adotou o termo “vírus”
para definir pequenos programas que, analisados individualmente,
têm praticamente as mesmas características
que os vírus na medicina, pelo menos na época
em que foram batizados: são rotinas (pequenos
programas) sem função para o bem. Para
realizar sua função danosa, precisam se
instalar em um equipamento, que também é
utilizado para se reproduzirem. Também não
podem se propagar; é necessário que um
usuário os copie (voluntária ou involuntariamente)
em um disco ou qualquer outro meio extraível
para levá-los para outro equipamento. Como veremos
mais à frente, o uso massivo da Internet mudou
drasticamente essa última limitação,
já que agora um vírus em execução
em um computador necessita somente da conexão
com a Internet para se auto-enviar de forma massiva
ou para múltiplos destinatários.
Um vírus é um pequeno programa de computador
(software). Os computadores funcionam com base em programas,
que são seqüências de instruções
ou códigos que indicam o que ele deve fazer.
Quando esses códigos realizam uma atividade prejudicial,
como apagar um disco rígido, diz-se que são
“Códigos Maliciosos” ou Malware,
pelo acrônimo do inglês "Malicious
Software".
Uma das contradições mais incompreensíveis
associadas à criação de um vírus
é que, na maioria dos casos, eles são
desenvolvidos por programadores com mentes brilhantes;
por pessoas que, se aplicassem seus conhecimentos em
benefício da sociedade, seriam capazes de produzir
obras de grande utilidade.
Nota-se que eles quase nunca recebem um benefício
econômico por essa atividade nociva. Então,
o que os motiva então?
As razões podem ser várias: um intelectual
obstinado, o ressentimento por uma demissão injustificada,
ou, posturas que, se já são socialmente
incompreensíveis, combinadas com conhecimentos
suficientes em programação, acabam sendo
altamente destrutivas.
Cortesia: e-Zine de Segurança e Privacidade
Web ® |
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| O QUE É CRIPTOGRAFIA? |
É o estudo e aplicação
de técnicas pelas quais a informação
pode ser transformada da sua forma original para outra
ilegível, o que a torna difícil de ser
lida por alguém não autorizado.Sua interpretação
só pode ser feita caso seja conhecida sua "chave
secreta".
Um arquivo pode ser encriptado por várias razões.
Por exemplo, transmitir um arquivo com informações
pessoais pela internet sem que ninguém possa
reconhecer esses dados, ou para evitar que outras pessoas
possam ler seus arquivos quando o computador é
compartilhado.
Existem diversos programas para Criptografar/Descriptografar
informações. Eles trabalham por meio de
“Chaves Secretas” que o
próprio usuário cria. Essas Chaves são
nada mais que uma combinação de números,
letras e, em alguns casos, caracteres especiais como
$ % & # @, etc.
O programa que criptografa pega a chave e a aplica
à informação original, transformando-a
em caracteres ilegíveis. Na verdade, o que ele
faz é utilizar formas matemáticas e conceitos
de criptografia para realizar a conversão. Cada
fornecedor utiliza fórmulas diferentes e cada
um diz ser o mais seguro do mercado.
A chave também é necessária para
descriptografar e transformar a informação
à sua forma original.Pode ser a mesma utilizada
anteriormente ou uma equivalente, conforme o modelo
de proteção utilizado. Existem programas
que tentam romper essas chaves, mas, dependendo da complexidade
da chave, isso pode levar anos.
Suponha que você tenha um arquivo com o seguinte
texto:
Prezado Sr. Francisco,
O tempo estimado para o envio de sua mercadoria é
de 40 dias.
Atenciosamente, Gerência de Vendas.
Com a ajuda de um software para Criptografar e uma
chave qualquer, como por exemplo ‘A03e5’
, o arquivo ficaria transformado no seguinte:
%Code://Codeno%mis%///*514lki
do%/\eroiute%%6&lksdf $dse#$SD415SddS.lk12hy7a?=)%/&/
asedc$41$? Ki$#)falda+!!34hng
\Code%
Você pode enviar tranqüilamente essa informação
para qualquer lugar, e se desejar devolvê-la à
sua forma original, terá que utilizar a chave
novamente, o programa para descriptografar irá
solicitá-la. Os programas para criptografar e
descriptografar devem ser compatíveis, e é
do mesmo fabricante. Hoje em dia são utilizados
dois modelos para esse processo:
a) Mesma Chave, requer exatamente
a mesma chave para criptografar e para descriptografar
a informação. É muito importante
ressaltar a necessidade de conhecer a chave original,
já que, se ela for esquecida, será impossível
recuperar a informação.
b) Chave Pública, utiliza uma
chave privada para proteger a informação,
e uma outra diferente, chamada chave pública,
para descriptografá-la. Esse modelo é
utilizado hoje por autoridades fiscais, para proporcionar
ao contribuinte uma chave privada que protege a informação
enviada , e uma chave pública equivalente para
ter acesso aos dados recebidos.
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